A Instituição

Inscrições Abertas 
 Ano Letivo de 2017/2018

 
 Externato Vera Cruz
Meio Físico e Social em que está inserido

O Externato Vera Cruz fica situado no Largo Conde de Bonfim, Nº 8, R/C Esq. em S. Domingos de Benfica. Foi uma zona riquíssima com várias quintas onde viveram alguns Condes: Conde de Almoster, Conde de Ottolini e Conde Bonfim, este, que deu o nome ao referido Largo.
A quinta que existia no largo foi vendida em lotes para a construção de prédios, mas o bonito jardim da propriedade foi aproveitado e o Largo Conde de Bonfim tornou-se em 1976, num parque infantil.
Como nasceu o Externato
No ano de 1955 a 24 de agosto os fundadores e proprietários do externato foram os senhores Moisés Dinis e Eduardo Santos. A diretora e professora foi Maria Odete Correia Dinis.
A 1 de agosto de 1957 a professora e diretora  Mercedes Pires, adquiriu o Externato lecionando o 1º ciclo até 31 de julho de 1990.
A educadora Maria de Fátima Sousa, já exercendo funções no Externato, tornou-se proprietária do mesmo a 1 de agosto de 1990. Com uma nova direção, o Externato iniciou novas atividades como: Natação, Ginástica, Taekwondo, Música, Inglês, Mandarim e Ciência Divertida.
Comunidade Escolar
Docentes e não docentes investem toda a sua experiência e conhecimentos, para que cada criança seja encorajada e estimulada no desenvolvimento das suas competências.
Corpo docente
Pré-Escolar                                       1º Ciclo
Educadora Fátima Marques            Professora Cristiana Carvalho
Representante da entidade titular e Direção Pedagógica
Maria João Lopes  e Fátima Marques
Corpo Não Docente
Paula Anselmo             Anabela Espiga

Atividades
2ª Língua - Inglês - Professora Mara Maia
Iniciação ao Mandarim - Professora Ana Maria
Educação Física - Professora Mariana Espiga                                 
Música - Professor Ricardo Silva
Natação - Professores: Patrícia, Marta, Nuno e Sérgio 

Taekwondo - Professor Pedro Vermelhudo

Ciência Divertida - Ana Tavares
Protocolos e Parcerias Educativas
Crescer a Cores -  Centro de Recursos Psicopedagógicos                       
Clinica DASEIN- Psicologia, Formação, Serviços de Saúde...
Clínica Escolar IDDP- Instituto de Desenvolvimento Didáctico e Psicologia.
Externato Marista- Natação
Academia de Artes Marciais ( Vermelhudo ) - Taekwondo 


Regulamento Interno
O que somos… o que propomos…
O externato não é só uma casa de ensino, mas sobretudo, o prolongamento do lar, uma Família onde, guiada pela nossa boa vontade de educadores, a criança encontrará alegria, compreensão, carinho e liberdade, sem excluir a disciplina. Desde o primeiro dia, procuraremos incutir na criança o gosto pelo trabalho, ensiná-la a corrigir atitudes menos próprias, encaminhá-la no sentido de desenvolver as suas múltiplas capacidades. Através do convívio diário, da comunicação e da brincadeira, encontram-se formas únicas e muito pessoais de ajudar a aceitar regras, fazer escolhas, tomar decisões, desenvolver capacidades intelectuais, emocionais, físicas, definir e afirmar personalidade. Não esqueceremos que a criança precisa de liberdade, autonomia e de sentir que a estimam. Essa liberdade e essa estima ser-lhe-ão dadas em todos os momentos: tanto nas suas brincadeiras, como nos trabalhos e outras atividades. A disciplina será cuidadosamente exercida, de modo a que a criança obedeça sem sentir que é dirigida e será ela própria a desejar aquilo que pretendemos dela.
Dentro das salas não há uma diretividade excessiva, mas também não se pode considerar uma atuação de escola livre, em que acriança faz aquilo que lhe apetece no momento. Como é do conhecimento de todos nós, a criança vive inserida num contexto sócio cultural, onde a relação e interação com o meio são elementos essenciais para favorecer o desenvolvimento harmonioso e global da criança. Assim, pensamos ajudá-la a conhecer melhor, a utilizar e a integrar-se nesse ambiente que é seu. Não somos um grande e dispendioso externato, no entanto podemos assegurar uma educação escolar atualizada. Assim, procuraremos ser dignos da confiança em que nós depositam. Queremos Educar de forma integra, ou seja: instruir nos valores e deveres e ensinar a praticá-los.
O Regulamento Interno é o documento que define o regime de funcionamento do nosso Externato, de cada um dos seus órgãos, estruturas e serviços, bem como os direitos e deveres dos membros da Comunidade Educativa. É através deste regulamento que congregam as normas de convivência e disciplina, aceites por todos os membros.
O Regulamento Interno é constituído por um processo de aprendizagem cívica fomentador de compromissos entre todos, para uma consciencialização das regras de convivência no Espaço Escolar. Este Regulamento fundamenta-se nas orientações e na legislação vigentes do Ministério da Educação (respeitante ao Ensino Particular).Este Regulamento vai vigorar nos próximos três anos letivos (2015/2016) a 2017/2018), podendo sofrer alterações e atualizações consoante as necessidades, sob a forma de adenda.
A divulgação e entrega do Regulamento Interno são feitas no início do ano letivo.
Projecto Educativo
FILOSOFIA DA ESCOLA
A nossa tarefa enquanto educadores, é fornecer às crianças todas as ferramentas e condições para que consigam alcançar o topo do sucesso, promovendo convenientemente a sua auto estima e auto confiança ao mesmo tempo que as ajudamos a desenvolver as suas capacidades. Trabalhar para formar cidadãos conscientes, capazes de compreender e criticar a realidade, atuando em prol da superação das desigualdades e na promoção do respeito ao ser humano.
Quatro Pilares da Educação
in: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação, pesquisa
Os quatro pilares da Educação são conceitos de fundamento da educação baseado no Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI, coordenada por Jacques Delors.
No relatório editado sob a forma do livro: "Educação: Um Tesouro a Descobrir" de 1999 [1], a discussão dos "quatro pilares" ocupa todo o quarto capítulo, da página 89-102, onde se propõe uma educação direcionada para os quatro tipos fundamentais de aprendizagem: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver com os outros, aprender a ser, eleitos como os quatro pilares fundamentais da educação.
O ensino, tal como o conhecemos, debruça-se essencialmente sobre o domínio do aprender a conhecer e, em menor escala, do aprender a fazer. Estas aprendizagens, direcionadas para a aquisição de instrumentos de compreensão, raciocínio e execução, não podem ser consideradas completas sem os outros domínios da aprendizagem, muito mais complicados de explorar, devido ao seu carácter subjetivo e dependente da própria entidade educadora.
Proceder-se-á de seguida a uma breve dissertação sobre cada tipo de aprendizagem Deloriana.
1 - Aprender a Conhecer
2 - Aprender a Fazer
3 - Aprender a viver com os outros
4 - Aprender a ser
Aprender a Conhecer
Esta aprendizagem refere-se à aquisição dos “instrumentos do conhecimento”. Debruça-se sobre o raciocínio lógico, compreensão, dedução, memória, ou seja, sobre os processos cognitivos por excelência. Contudo, deve existir a preocupação de despertar no estudante, não só estes processos em si, como o desejo de os desenvolver, a vontade de aprender, de querer saber mais e melhor. O ideal será sempre que a educação seja encarada, não apenas como um meio para um fim mas também como um fim por si.
Pretende-se despertar em cada aluno a sede de conhecimento, a capacidade de aprender cada vez melhor, ajudando-os a desenvolver as armas e dispositivos intelectuais e cognitivos que lhes permitam construir as suas próprias opiniões e o seu próprio pensamento crítico. 
Aprender a fazer
Indissociável do aprender a conhecer, que lhe confere as bases teóricas, o aprender a fazer refere-se essencialmente à formação técnico-profissional do educando. Consiste essencialmente em aplicar, na prática, os seus conhecimentos teóricos. Atualmente existe outro ponto essencial a focar nesta aprendizagem, referente à comunicação. É essencial que cada indivíduo saiba comunicar.Aprender a fazer envolve uma série de técnicas a serem trabalhadas. Aprender a conhecer, combinando uma cultura geral, suficientemente vasta, com a possibilidade de trabalhar em profundidade um pequeno número de matérias. O que também significa: aprender a aprender, para beneficiar-se das oportunidades oferecidas pela educação ao longo de toda a vida.
Aprender a viver com os outros
Este domínio da aprendizagem consiste num dos maiores desafios para os educadores, pois atua no campo das atitudes e valores. Cai neste campo o combate ao conflito, ao preconceito, às rivalidades milenares ou diárias. Aposta-se na educação como veículo de paz, tolerância e compreensão; mas como fazê-lo?...
O relatório para UNESCO não oferece receitas, mas avança uma proposta baseada em dois princípios: primeiro a “descoberta progressiva do outro” pois, sendo o desconhecido a grande fonte de preconceitos, o conhecimento real e profundo da diversidade humana combate diretamente este “desconhecido”. Depois e sempre, a participação em projetos comuns que surge como veículo preferencial na diluição de atritos e na descoberta de pontos comuns entre povos, pois, se analisarmos a História Humana, constataremos que o Homem tende a temer o desconhecido e a aceitar o semelhante.
Aprender a ser
Este tipo de aprendizagem depende diretamente dos outros três. Considera-se que a Educação deve ter como finalidade o desenvolvimento total do indivíduo “corpo, sensibilidade, sentido estético, responsabilidade pessoal”.
À semelhança do aprender a viver com os outros, fala-se aqui da educação de valores e atitudes, mas já não direcionados para a vida em sociedade em particular, mas concretamente para o desenvolvimento individual.
Pretende-se formar indivíduos autónomos, intelectualmente ativos e independentes, capazes de estabelecer relações interpessoais, de comunicarem e evoluírem permanentemente, de intervirem de forma consciente e proativa na sociedade.
Referências

1.↑ http://unesdoc.unesco.org/images/0012/001298/129801por.pdf